Novo endereço.

8 janeiro, 2011

Olá caríssimos amigos que visitam este blog.

Convido vocês a conhecerem nosso novo endereço.

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Espero ver vocês por lá.


Felizes os humildes

22 janeiro, 2009

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Mt. 5:3

 

Algumas traduções, ao invés de bem-aventurados, dizem “felizes”, podemos também trocar o termo por “abençoados” pois é exatamente o que o vocábulo grego “makarios”, usado nesse verso, quer dizer.

 

A expressão “pobre de espírito” também pode ser dita de forma diferente, o mais apropriado seria “humildes”, ou “humildes de espírito”.

 

Essa humildade de que Jesus fala em seu sermão não é a falta de bens materiais, nem também a falta de instrução. Muitas das vezes somos compelidos a acreditar que humildade signifique ignorância, um disparate tremendo. A humildade que torna o homem feliz e abençoado, é aquela natureza desprovida de orgulho, desprovida de egoísmo.

 

O verdadeiro humilde é aquele que reconhece a sua pequenez diante da grandeza de Deus, a sua total dependência do poder e cuidado Divino. Este não tem em alta conta a si mesmo, mas considera as necessidades do seu próximo como se fossem as suas.

 

Certa vez os discípulos entraram em contenda para saber qual deles seria o maior no reino de Cristo, então Jesus disse “Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa, como quem serve”. (Lc 22:26).

 

O humilde na visão de Cristo é aquele que serve, não importa a posição que ocupe, estará sempre pronto a servir, ajudar e beneficiar alguém. Será prestativo, terá um coração altruísta. Ele ajudará seu colega de trabalho, de escola, seus vizinhos, parentes e para a família será uma fonte de alegria.

 

E irá mais longe, sua generosidade alcançará até mesmo aqueles que o odeiam, seus inimigos. Porque sua humildade não será humana, será como a de Cristo que “veio para servir, e não para ser servido”. As bênçãos de Cristo não se limitaram apenas aos justos, é bom não esquecer que mesmo na cruz, no momento de maior dor e agonia o Filho de Deus orou dizendo “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lc 23:34).


A MAIS NOBRE CONDUTA

18 janeiro, 2008

Mais uma meditação especial dos escritos de Ellen White publicada no devocional Maranata. O texto é um aconselhamento e ao mesmo tempo um prognóstico profético, revelando a situação hodierna do mundo. 

“Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem”. Is. 1:16 e 17

Ignorância, amor aos prazeres e hábitos pecaminosos corruptores da alma, do corpo e do espírito enchem o mundo de lepra moral; mortífera malária moral está destruindo milhares e dezenas de milhares. – LA, 329.

Muitos sucumbem no pecado. Muitos estão acabrunhados. Estão opressos de sofrimentos e vicissitudes, incredulidade e desespero. Acometem-nos doenças de toda espécie, da alma e do corpo. Anelam encontrar consolo para os tormentos, e Satanás tenta-os a procurá-lo nos prazeres e divertimentos que conduzem à ruína e morte. Oferece-lhes os pomos de Sodoma, que se reduzirão a cinzas em seus lábios. Ev., 569.

Terrível quadro da condição do mundo foi apresentado diante de mim. A imoralidade abunda por toda parte. A licenciosidade é o pecado especial deste século. Jamais o vício levantou sua deformada cabeça com tamanha ousadia. O povo parece insensibilizado, e os amantes da virtude e da verdadeira piedade quase se sentem desencorajar por sua ousadia, força e predomínio. A superabundante iniqüidade não está confinada meramente ao incrédulo e escarnecedor. Quem dera fosse este o caso, mas não é. Muitos homens e mulheres que professam a religião de Cristo são culpados. Mesmo alguns que professam estar esperando o Seu aparecimento não estão melhor preparados para este evento que o próprio Satanás. Não se estão purificando de toda poluição. Por tanto tempo têm eles estado a servir a seus desejos sensuais que lhes parece natural ter pensamentos impuros e imaginação corrompida. É-lhes tão impossível levar os pensamentos a demorar-se em coisas santas e puras como seria mudar o curso do Niágara e fazer que suas águas subam em direção oposta às quedas. … Todo cristão devia aprender a conter suas paixões e deixar-se controlar pelo princípio.

Se a lascívia, poluição, adultério, crime e assassínios estão na ordem do dia entre os que não conhecem a verdade, e que recusam ser controlados pelos princípios da Palavra de Deus, quão importante é que a classe dos que professam ser seguidores de Cristo, intimamente associados a Deus e aos anjos, mostrem-lhes melhor e mais nobre conduta! – LA, 328 e 329.


Lições da Criação III – Água da Vida

7 janeiro, 2008

“E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi.” Gn 1:7

A Palavra de Deus nos diz que “no princípio” Deus criou os céus e a Terra. Por “princípio” entende-se um período anterior ao da semana da criação. É um tempo difícil de computar. Nesse tempo tão longínquo Deus cria uma Terra sem forma e vazia, por vazia entende-se que não continha as coisas de forma ordenada como temos hoje. Pois ela não era vazia totalmente, é nos dito que o Espírito pairava sobre as “águas do abismo”.

A água estava presente antes da semana da criação. É um dos elementos mais antigos da natureza. Elemento essencial para toda espécie de vida.

Durante a semana da criação Deus faz separação das águas, na terra a água formaria rios e mares, no céu estaria em sua forma de vapor, umedecendo o ar. Não havia precipitação de chuvas, mas a terra era regada com uma neblina (Gn 2:6). 

A vida vegetal e animal só aparecem no relato depois que o elemento “água” é devidamente distribuído no planeta.

Em vários momentos a água passará a ser usada como símbolo de vida e de purificação. 

No deserto Moisés tiraria água da rocha. Naamã, chefe do exército do rei da Síria, se lavaria sete vezes nas águas do Jordão para purificar-se da lepra. Para entrar no Santuário era preciso que o Sacerdote lavasse os pés com a água da pia. João Batista batizava os arrependidos imergindo-os nas águas do Jordão.

Certa vez, em que teve sede, Cristo pediu um pouco de água para uma mulher da Samaria. A mulher estranhou o pedido de um homem judeu, e perguntou “Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?”, então Jesus lhe respondeu “Se tu conheceras o Dom de Deus, e quem é o que te diz – Dá-me de beber -, tu lhe pedirias, e Ele te daria água viva.”

Cristo é essa “água”, uma fonte inesgotável que sacia a sede da alma, que vivifica o espírito. Em Isaías temos a profecia “e vós, com alegria tirareis águas das fontes da salvação” (Is 12:3). 

“Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.” (Jo 7:38). A redenção de Cristo é como um rio, cheio de vida, que corre pelo caminho, contorna os obstáculos, e ainda que seja sinuoso o caminho e ele chega ao destino.

Assim como as águas na criação eram necessária para a criação da vida animal e vegetal, assim as águas vivas de Cristo são necessárias para a vida eterna de seus filhos.

João finaliza o Apocalipse com o seguinte convite de Cristo “E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.”


Lições da Criação II – Trazendo ordem do caos

3 janeiro, 2008

“E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.” Gn 1:4

Encontramos nos primeiros versos do Gênesis a descrição da obra criadora de Deus, e é interessante notar que o Seu trabalho se deu da desordem para a ordem. A Terra era sem forma, e o trabalho de Deus em seis dias foi o de dar forma a este planeta.

Outro detalhe interessante é o método empregado na obra criadora. A cada momento de fazia “separação” entre um elemento e outro. Separação entre luz e trevas, separação entre águas e águas, separou também as águas da terra, a terra como porção seca e as águas separadas como mares. Separou o dia e a noite, com luminares para cada período. Cada coisa no seu devido lugar.

Tudo que Deus criou era “bom”. Não havia imperfeições e tudo estava sob Seu comando e administração.

Após o pecado instalou-se um novo tipo de caos. O caos anterior à criação era diferente desse caos, o primeiro fazia parte do plano de Deus o segundo não. Porém, da mesma forma que Deus rearranjou as coisas no início, trataria de rearranjar agora, após a queda do homem. E o método continuou o mesmo. 

Disse Deus “porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente”. Vê-se aqui uma nova “separação”. Deus diz que poria inimizade entre a serpente (símbolo do pecado e do mal) e a mulher (símbolo do seu povo, sua igreja), separando assim um do outro. Eis o plano da Redenção. Separar o homem do pecado. Aniquilar sua natureza pecaminosa e instaurar a natureza justa e santa de Cristo.

Este método do Pai também se aplica a tudo o mais que diz respeito a nossa vida. Quantos não estão prontos a dizer que sua vida é um “caos”? Os problemas que se avolumam, os transtornos que nos perseguem, as tempestades furiosas da luta pela sobrevivência e busca da felicidade. Tudo isso é caótico. Mas o mesmo Deus que trouxe ordem ao mundo nos seis dias da criação, o mesmo Cristo que deu a vida para extinguir o caos do pecado, esse mesmo traz calmaria para a nossa vida conturbada. 

Cristo é nosso Pai pela criação, é nosso Pai pela redenção, e é nosso Pai cuidadoso disposto a resolver os problemas e garantir a vitória. Entreguemos tudo em suas nas mãos, assim Ele poderá transformar uma situação de caos em momento de ordem e paz. Assim como um dia acalmou a tempestade para alívio dos discípulos, da mesma forma pode fazer surgir a bonança de paz em nossas vidas.


Centro de Pesquisas White

3 janeiro, 2008

Você não sabe o que é o Centro de Pesquisas White? É um complexo destinado a disponibilizar o material literário de Ellen White para o público Adventista. Além disso, o Centro se empenha em preparar material de pesquisa para assuntos controversos da Bíblia e Espírito de Profecia, bem como também respostas apologéticas para os ataques de dissidentes.  

Hoje existem 16 centros espalhados pelo mundo e graças a Internet é possível consultar esse material via site, visite.


Feliz Ano Novo

2 janeiro, 2008

Para começar o ano resolvi postar aqui para reflexão o texto da primeira meditação de “Maranata!”. Para quem não sabe “Maranata!” é uma coletânea clássica de textos de Ellen White, cuja finalidade é dispor material para as meditações matinais de cada dia do ano.

A expressão Maranata vem do aramaico, encontramos ela nos escritos de Paulo e no Apocalipse, seu significado exprime a esperança dos cristãos na breve volta de Cristo, em português significa “Senhor, vem”.

Promessa Cumprida 
“Vindo … a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, …para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos”. Gl. 4:4

A vinda do Salvador foi predita no Éden. Quando Adão e Eva ouviram pela primeira vez a promessa, aguardavam-lhe o pronto cumprimento. Saudaram alegremente seu primogênito, na esperança de que fosse o libertador. Mas o cumprimento da promessa demorava. Aqueles que primeiro a receberam, morreram sem o ver. Desde os dias de Enoque, a promessa foi repetida por meio de patriarcas e profetas, mantendo viva a esperança de Seu aparecimento, e todavia Ele não vinha. A profecia de Daniel revelou o tempo de Seu advento, mas nem todos interpretavam corretamente a mensagem. Século após século se passou; cessaram as vozes dos profetas. A mão do opressor era pesada sobre Israel, e muitos estavam dispostos a exclamar: “Prolongar-se-ão os dias, e perecerá toda a visão”. Ezeq. 12:22.

Mas, como as estrelas no vasto circuito de sua indicada órbita, os desígnios de Deus não conhecem adiantamento nem tardança. Mediante os símbolos da grande escuridão e do forno de fumo, Deus revelara a Abraão a servidão de Israel no Egito, e declarara que o tempo de sua peregrinação seria de quatrocentos anos. “Sairão depois”, disse Ele, “com grandes riquezas”. Gên. 15:14. Contra essa palavra, todo o poder do orgulhoso império de Faraó batalhou em vão. “Naquele mesmo dia”, indicado na promessa divina, “todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito”. Exo. 12:41. Assim, nos divinos conselhos fora determinada a hora da vinda de Cristo. Quando o grande relógio do tempo indicou aquela hora, Jesus nasceu em Belém.

Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho”. A Providência havia dirigido os movimentos das nações, e a onda do impulso e influência humanos, até que o mundo se achasse maduro para a vinda do Libertador. … Então veio Cristo, a fim de restaurar no homem a imagem de seu Criador. Ninguém, senão Cristo, pode remodelar o caráter arruinado pelo pecado. Veio para expelir os demônios que haviam dominado a vontade. Veio para nos erguer do pó, reformar o caráter manchado, segundo o modelo de Seu divino caráter, embelezando-o com Sua própria glória. – DTN, 23 e 27.