Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Mt. 5:3
Algumas traduções, ao invés de bem-aventurados, dizem “felizes”, podemos também trocar o termo por “abençoados” pois é exatamente o que o vocábulo grego “makarios”, usado nesse verso, quer dizer.
A expressão “pobre de espírito” também pode ser dita de forma diferente, o mais apropriado seria “humildes”, ou “humildes de espírito”.
Essa humildade de que Jesus fala em seu sermão não é a falta de bens materiais, nem também a falta de instrução. Muitas das vezes somos compelidos a acreditar que humildade signifique ignorância, um disparate tremendo. A humildade que torna o homem feliz e abençoado, é aquela natureza desprovida de orgulho, desprovida de egoísmo.
O verdadeiro humilde é aquele que reconhece a sua pequenez diante da grandeza de Deus, a sua total dependência do poder e cuidado Divino. Este não tem em alta conta a si mesmo, mas considera as necessidades do seu próximo como se fossem as suas.
Certa vez os discípulos entraram em contenda para saber qual deles seria o maior no reino de Cristo, então Jesus disse “Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa, como quem serve”. (Lc 22:26).
O humilde na visão de Cristo é aquele que serve, não importa a posição que ocupe, estará sempre pronto a servir, ajudar e beneficiar alguém. Será prestativo, terá um coração altruísta. Ele ajudará seu colega de trabalho, de escola, seus vizinhos, parentes e para a família será uma fonte de alegria.
E irá mais longe, sua generosidade alcançará até mesmo aqueles que o odeiam, seus inimigos. Porque sua humildade não será humana, será como a de Cristo que “veio para servir, e não para ser servido”. As bênçãos de Cristo não se limitaram apenas aos justos, é bom não esquecer que mesmo na cruz, no momento de maior dor e agonia o Filho de Deus orou dizendo “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lc 23:34).
Escrito por Emerson Freire 

Este último Sábado, 8 de dezembro, foi outro dia muito especial. Antes, fiz uma homenagem à Bruna, agora chegou a vez do Renatinho.
das 9/10 horas batizou-se, na Igreja Adventista do Sétimo Dia do Tatuapé, a nossa filha Bruna Alves Xavier. Já a algum tempo ela vinha se dedicando as atividades da igreja, filiou-se aos Desbravadores e praticamente congrega em duas igrejas de localidades diferentes.